Feeds:
Posts
Comentários

Palmeiras rebaixado

 

 

 

 

 

E o Palmeiras caiu para a 2a divisão do Campeonato Paulista …

Depois de meses agonizando após ganhar a Copa do Brasil, o Palmeiras caiu. E não demorou nada para já começarem as gozações.

Por incrível que pareça, o próprio Presidente não ajudou ao ir para a praia, no dia seguinte ao empate com Flamengo, para desestressar. Obviamente, a vaca (ou melhor, o porco …) já tinha ido pro brejo, mas alguém com tamanha falta de sensibilidade não pode ter capacidade para presidir um time grande.

 

 

 

 

 

 

 

E, como toda zoação digna de nome, não demoroua pintar a melhor delas: o vídeo do Hitler sendo informado do rebaixamento.

Simplesmente sensacional 🙂

Chora, porcada !!

Anúncios

De prender o fôlego …

Algumas mulheres literalmente me fazer perder o fôlego !

E não só pela beleza (atributo que herdou do pai), mas também por prenderem meu nariz 🙂

Felicidade

Agora tem um nome, um rosto, um cheiro característico, milhões de dobrinhas, uma boca banguela com um dentinho saltando, uma gargalhada contagiante.

Uma mãe maravilhosa.

Um pai apaixonado.

Um novo desafio

Os 2 anos do MBA na Califórnia possibilitaram uma valiosa pausa na minha trajetória profissional.

Em âmbito pessoal, pude combinar um valioso período sabático, vivenciar intensamente um novo país, cultura e idioma, fazer novos e valiosos amigos e, acima de tudo, encomendar minha linda princesa Julie.

Em termos de carreira, pude vivenciar a empreendedorismo pulsante do Vale do Silício, que conjuga venture capital, tecnologia e todo um ecosistema de auxílio a empreendedores, como incubadoras, meetups, business plan competitions e diversos pesos-pesados tais como Google, Facebook, Twitter e tantos outros. No MBA em si, pude aprender de fato, na teoria e em valiosos discussões práticas de business cases, conceitos fundamentais de negócios, relacionados a Estratégia, Marketing, Finanças, Gestão de Produtos, Venture Capital, dentre tantos outros.

Ao final destes 2 anos, a transição do MBA para o mercado de trabalho abriu um vasto leque de oportunidades, em função do meu perfil: formação em Eng. da Computação, empreendedor com experiência prática, nativo do Brasil, um dos mercados mais visados para expansão internacional. Embora tivesse inúmeras oportunidades para lançar uma startup, me juntar a uma existente, atuar em Biz Dev para empresas visando se estabelecer no país ou mesmo ingressar nas líderes da Vale do Silício, pude notar que o maior desafio estava em aplicar na prática a experiência de MBA, em particular Estratégia & Inovação, a uma corporação existente.

O maior desafio está em se reinventar, fazer com que Estratégia deixe de ser um termo vago, abstrato, e possa permear e fundamentar iniciativas de negócio concretas, gerando resultados, explorando oportunidades e iluminando o caminho à frente. Foi por isso que me empolguei quando fui contatado pelo Jacques Benain, CEO da Trópico, empresa do Grupo Promon, em busca de um líder para a gestão de  inteligência de mercado e estratégia.

A Trópico é uma joint venture da Promon, com o CPqD e a Cisco, e tem atuado na vanguarda tecnológica de redes de nova geração, convergência de voz e dados, controle de chamadas e plataformas de serviços VoIP. A empresa tem se reinventado e crescido na onda da universalização das metas de telefonia fixa, e mais recentemente com a modernização das redes e serviços móveis, em particular com a portabilidade e a adição do dígito 9 nos números de telefones móveis em SP. Muito além do mercado de Telecom, os mesmos skills e recursos têm permitido à empresa entrar no mercado de TI, com projetos envolvendo plataformas de atendimento e reconhecimento de voz, business intelligence e mobilidade corporativa, em particular com processamento de grande volumes de dados (“Big Data”).

Eu já conhecia o Jacques, que desenvolveu um excelente trabalho quando na Claro e com quem pude trocar experiências antes da minha ida ao MBA, já que ele é alumni Harvard. Pude também interagir com o restante do time de negócios, aprendendo mais sobre as necessidades, oportunidades e desafios da empresa, e enxergando exatamente onde posso colaborar de forma efetiva.

2 anos após sair para o MBA, estou empolgado ante a perspectiva de voltar ao Brasil, a Campinas !, rever  velhos amigos e voltar a atuar em TI & Telecom, conjugando Estratégia, Pesquisa de Mercado, Desenvolvimento de Negócios, Inovação e, acima de tudo, VENDAS!

Vejo vocês todos em Campinas em Agosto !

Abs,

Fábio

Ser seu amigo …

Uma vez ou outra, alguém manda um email com uma mensagem, vídeo, imagem(ns) que toca(m) fundo.

Em geral, tal conteúdo já estava disponível nos anais do Youtube, mas – inédito para quem não o conhecia, mas sempre  atual – e faz  valer a pena o restante da enorme quantidade de lixo que se recebe por email.

O tempo e a distância são como filtros da vida real para purificar as verdadeiras – eternas, desinteressadas, fidedignas, fraternas e humanas – amizades. Meus 2 anos de MBA na longínqua Califórnia fizeram exatamente isso.

Afora os familiares, que têm um lugar à parte na nossa vida e no nosso coração, sobram os amigos. Ah … os amigos, e as amigas ! Aqueles/as que você conta no dedo, de UMA, apenas uma !, das mãos. Se tiver que usar mais de uma mão, repense e conte novamente.

Chame-os de chegado, companheiro, camarada, conhecido, queridão, fera !, chapa, sócio, parceiro, chefe, colega … chame do que quiser, mas não se esqueça de saber diferenciar – ainda que só para você mesmo, intimamente – quais são os/as verdadeiros amigos/as.

Aqueles para quem vc ligaria só para chorar qdo souber que alguém muito querido morreu. Ou para dar em primeira mão uma boa notícia, como saber que vai ser pai ou que está de volta ao país depois de uma temporada no exterior.

E, quando uma dia receber uma ligação ou visita assim, saberá que figura numa lista seletíssima dos verdadeiros amigos.

Eu, qdo morrer, espero que meus amigos (re)leiam e (re)vejam o vídeo do imortal Vinícius de Moraes, na voz e interpretação do maravilhoso Rolando Boldrin.

Ore para que nós dois vivamos como quem sabe que vai morrer um dia

E que morramos como quem soube viver direito

A amizade só faz sentido se traz o céu para mais perto da gente.

E se inaugura aqui mesmo o seu começo.

E espero, assim, ter sido, continuar sendo e no futuro ser lembrado por ser “o seu amigo“,

Fábio

Alguns episódios pessoais recentes me puseram a refletir sobre a arte de saber desistir.

Muito se fala sobre a importância de insistir, persistir, brigar, arregaçar as mangas, ir a fundo, até a última gota de suor,  blá blá blá … Em geral, este tipo de pensamento de auto-ajuda está voltado a negócio, carreira, empreendedorismo e afins.

Mas muito pouco se fala sobre a sabedoria inerente na desistência seletiva, em particular em âmbito pessoal. Eu explico.

Pessoas são seres de hábitos, que se arraigam ainda mais com o passar dos tempos. Qdo se é criança, é relativamente fácil não apenas educar – tira o dedo do nariz, não cuspa no chão, peça bênção, diga obrigado e por favor – mas também e principalmente mudar hábitos.

Com o tempo, alguns hábitos, pensamentos e pré-conceitos se imiscuem tão profundamente que passam a se confundir com o próprio jeito de ser de certas pessoas. Isso não é inerentemente ruim, ou bom, mas apenas uma constatação da realidade.

O bicho pega quando esta problemática sai da esfera pessoal para a das relações humanas, familiares e de amizade. Brigas, dores e sofrimentos são o resultado de embates de pensamentos, hábitos e desgastes cotidianos, em particular qdo 2 pessoas não conseguem estabelecer um diálogo franco e aberto sobre estes pequenos conflitos.

Mais, ainda, quando uma delas não aprende o essencial, ponto central desta minha reflexão: saber desistir. Não me refiro a sair da relação, chutar o balde, tornar o amigo um inimigo, romper laços por completo.

Eu me refiro a evitar os pequenos embates cotidianos que em nada – NADA – contribuem para engrandecer o relacionamento, ou a uma das pessoas. E que, em geral, quando analisados friamente e em perspectiva, não fazem a menor diferença no grande esquema das coisas.

Exemplos abundam – a tampa da pasta de dente aberta, o prolixismo nos emails, a  hipocondria atávica, o negativismo doentio, a falta de diálogo, a insistência em discussões sobre temas que não levam a lugar algum.

Isso em geral é mais comum em pessoas idosas – já vergadas pelo tempo, é pouco provável que o benefício da mudança (se atingida) irá compensar o esforço desprendido ao longo do processo.

A arte está em saber quando, como e, principalente, se vale a pena simplesmente desistir. Não por completo, mas em diferentes dimensões : relevar, ignorar, fechar os olhos, mudar de assunto, evitar, acostumar-se, enfim … com o tempo dá até para se divertir com os hábitos, manias e trejeitos.

Em outros casos, o sábio é saber isolar. Evitar se deixar atingir por pensamentos, ações e intenções negativas de outrém. Isso é mais comum em “amizades”, particularmente quando se faz algo de peito aberto, desinteressado, e o resultado é inesperado, frio, agressivo e por vezes irracional.

Nestes casos, é preciso saber discernir o quanto vale a pena discutir, insistir, explicar, se desgastar, para tentar mudar uma percepção, um pré-conceito. Ou o quanto simplesmente vale a pena desistir, riscar da cabeça e do coração, deleter da Agenda de Contatos, bloquear no Skype, fazer cara de pôker, seguir em frente.

Tenho apreciado cada vez mais a economia de energia advinda da desistência seletiva quanto a certos embates, em particular aqueles nos quais o resultado final é sabido a despeito da batalha: o pré-conceito arraigado, a continuidade da prática levemente nefasta, a desimportância da mudança de convicções.

A experiência está em saber escolher as batalhas. Ou, em outras palavras, em saber quando, de quem, como e porquê desistir de certas guerras.

Fábio, em ritmo filosófico

Bochechuda !

Filha,

Você cresce e engorda a olhos vistos. Tem apenas 1 mês, mas as roupinhas de 0 a 3 meses não lhe servem, muito embora as de 3 a 6 ainda fiquem ligeiramente grandes.

Esta noite você dormiu por 5 horas, o que foi saudado e comemorado aqui em casa como se fosse vitória em final de Copa do Mundo. Ao acordar, com os gemidos, caras e bocas típicas suas, vc sorria como se a vida fosse um eterno brinquedo. Eu me lembrei de um testemunho da Julia Roberts, em entrevista ao David Letterman, contando que num dia, às 5 da “madrugada”, ela já apagada de sono, sua filha puxou a cortina, olhou pela janela e se virou para ela dizendo: “Mamãe, está um dia lindo !”

Sua vovó Fátima e seu vovôzinho Luiz vão se admirar quando virem você novamente. Já está mais grandinha, cheia de curvinhas, mas o que mais se destaca são as enormes, redondas, deliciosas bochechas. Papai está tendo que fazer um curso forçado de auto-controle para não morder suas bochecas a cada vez que te pega, embora isso aconteça ainda frequentemente, pelo menos quando sua mãe não está de olho 😉

Haja fofurice: veja só !

Papai te ama,

Fábio